Lembra-te dos mortos
"Nós" é a alegria da história e da memória. Enquanto eu precisar contar o meu passado em termos de "eu", não estarei reconciliado com ele.
Eugen Rosenstock-Huessy, em "A Origem da Linguagem".
Está aí um livro verdadeiramente esclarecedor e instigante. Rosenstock, que foi soldado, historiador, advogado e professor, o escreveu por volta da Segunda Guerra Mundial. Tem obra vasta. Infelizmente, esse é o único livro do autor editado no Brasil, graças ao Olavo de Carvalho, que, na orelha do livro, promete uma edição brasileira para "Out of Revolution: An Autobiography of Western Man". Já se passaram alguns anos, e a edição ainda não saiu, o que é uma pena. De qualquer modo, "A Origem da Linguagem" é para se ler e reler muitas vezes. É tanta riqueza de pensamento, tantos insights e tanta honestidade em seus propósitos, que não há como não instaurar uma convivência apaixonada com o livro.
"Nós" é a alegria da história e da memória. Enquanto eu precisar contar o meu passado em termos de "eu", não estarei reconciliado com ele.
Eugen Rosenstock-Huessy, em "A Origem da Linguagem".
Está aí um livro verdadeiramente esclarecedor e instigante. Rosenstock, que foi soldado, historiador, advogado e professor, o escreveu por volta da Segunda Guerra Mundial. Tem obra vasta. Infelizmente, esse é o único livro do autor editado no Brasil, graças ao Olavo de Carvalho, que, na orelha do livro, promete uma edição brasileira para "Out of Revolution: An Autobiography of Western Man". Já se passaram alguns anos, e a edição ainda não saiu, o que é uma pena. De qualquer modo, "A Origem da Linguagem" é para se ler e reler muitas vezes. É tanta riqueza de pensamento, tantos insights e tanta honestidade em seus propósitos, que não há como não instaurar uma convivência apaixonada com o livro.

2 Comentários:
Acabei de tirá-lo da estante. Valeu pela recomendação.
Vc já leu "I'm a impure thinker", uma coletânea de ensaios não publicados do Rosenstock? Dá pra baixar aqui http://www.megaupload.com/?d=BZNBA44Z
Estou lendo o ensaio chamado 'Modern Man's Disintegration and the Egyptian Ka' em que o Rosenstock tenta separar a noção de personalidade do conceito de Ego. É muito bom. =)
bjs
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