Quarta-feira, Novembro 10, 2010

Imagining things

When a man desires ardently to know the truth, his first effort will be to imagine what that truth can be. He cannot prosecute his pursuit long without finding that imagination unbridled is sure to carry him off the track. Yet, nevertheless, it remains true that there is, after all, nothing but imagination that can ever supply him an inkling of the truth. He can stare stupidly at phenomena; but in the absence of imagination they will not connect themselves together in any rational way.

Quando um homem deseja ardentemente saber a verdade, seu primeiro esforço será o de imaginar o que pode ser essa verdade. Ele não prossegue em sua busca por muito tempo sem descobrir que é certo que a imaginação desenfreada lhe desvie do caminho. No entanto, permanece verdadeiro o fato de que, no fim das contas, não há nada além da imaginação que possa algum dia lhe fornecer uma noção da verdade. Ele pode olhar estupidamente para os fenômenos; mas na ausência de imaginação eles não se conectarão de nenhum modo racional.

Peirce, “The Scientific Attitude and Fallibilism” (1896/1899)

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